Perguntas & Respostas Ambientais

1. Por que usamos descartáveis?

Meals on Wheels Patient and Nurse in Hospital using foam

Produtos descartáveis para Food Service foram desenvolvidos para reduzir a exposição a bactérias e agentes patogênicos. Conforme o concluído por um dos estudos, “embora esses dados não provem que o uso por si só de descartáveis não previna as doenças transmitidas por alimentos, o fato de que os produtos reutilizáveis possuam estatisticamente um nível mais elevado de contaminação microbiológica do que os descartáveis faz supor que os produtos descartáveis oferecem um tipo de proteção que faria falta se as considerações sobre resíduos sólidos impedissem o seu uso” (Felix, Charles W., Chet Parrow, and Tanya Parrow, "Utensil Sanitation: A Microbiological Study of Disposables and Reusables." Journal of Environmental Health September-October 1990: 15.)

Clientes de restaurantes fast-food, lares com crianças, hospitais preocupados com a propagação de doenças transmitidas por alimentos, refeitórios de escolas e outros tipos de restaurantes que não podem acomodar grupos para almoço ou jantar usando somente reutilizáveis, mostram a necessidade de uma alternativa para a louça. Some a isso a energia, água e detergente usados para lavar louça e torna-se evidente a importância dos descartáveis na vida moderna. Muitas organizações que entregam refeições para idosos e enfermos dependem também da conveniência, isolamento térmico e alto nível de higiene que as embalagens de alimentos feitas de poliestireno oferecem na entrega de refeições saudáveis para seus clientes.

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2. Papel ou Plástico?

Woman with foam coffee cup

Uma das vantagens mais óbvias dos copos térmicos de poliestireno em relação aos copos de papel revestidos de plástico é que os primeiros oferecem um isolamento térmico melhor. Quem usa copo de papel normalmente usa dois copos juntos para bebidas quentes para proteger as mãos, ou envolvem o copo de papel em várias camadas de guardanapos. Essa prática de copos duplos de papel revestidos de plástico de polietileno (PE) de peso médio, resulta no uso de mais do dobro da energia e do volume ocupado em aterros sanitários, mais de cinco vezes o total de lixo por peso, e aproximadamente o dobro de emissões de gases-estufa ocasionados pelo uso de um copo de peso médio de poliestireno (Franklin Associates, Ltd., Final Peer-Reviewed Report: Life Cycle Inventory of Polystyrene Foam, Bleached Paperboard, and Corrugated Paper Food Service Products (Prepared for the Polystyrene Packaging Council, March 2006), pp. 2-7, 2-23, 2-43, 2-60). E como os copos térmicos fazem o seu trabalho usando menos material por peso, isso pode trazer uma diferença significativa no custo dos recursos necessários para o transporte dos mesmos.

As análises do ciclo de vida sugerem que os térmicos têm muitas outras vantagens em relação aos descartáveis de papel. Por exemplo, o Professor de Química Martin Hocking, da Universidade de Victoria, British Columbia, realizou um estudo dos descartáveis térmicos e de papel. Os resultados desse estudo foram resumidos sucintamente num artigo do Jornal Wall Street em 1991: "a análise feita por Hocking demonstra que o impacto ambiental dos químicos e da energia usados na fabricação dos copos de papel, assim como as emissões provindas da incineração ou aterro dos copos de papel ultrapassam o impacto da manufatura e deposição dos copos térmicos" (Naj, Amal Kumar. "Foam Cups Damage Environment Less Than Paper Cups, Study Says." The Wall Street Journal. 1 February 1991. See also: Hocking, Martin B. "Is Paper Better Than Plastic?" Consumers' Research October 1991: 28-29; Hocking, Martin B. "Reusable and Disposable Cups: An Energy-Based Evaluation." 18 Environmental Management 6. 1994: 894; Franklin Associates, Ltd., Resource and Environmental Profile Analysis of Foam Polystyrene and Bleached Paperboard Containers. June 1990: 4-1–4-29; Budiansky, Stephen. "Being Green Isn't Always What It Seems." U.S. News and World Report. 26 August 1996: 42).

Ao compararmos os processos de manufatura dos copos de bebidas quentes, um copo de papel revestido de plástico polietileno (PE) com uma manga de papel corrugado exige mais do que o dobro da energia necessária para produzir um copo térmico de poliestireno de peso equivalente (Franklin Associates, Ltd. , Final Peer-Reviewed Report: Life Cycle Inventory of Polystyrene Foam, Bleached Paperboard, and Corrugated Paper Foodservice Products (Prepared for the Polystyrene Packaging Council, March 2006), Table 2-2, p. 2-7). Além disso, ao se comparar os processos de manufatura de copos para bebidas frias, um copo de papel revestido de cera requer aproximadamente 66% a mais de energia para ser produzido do que um copo de poliestireno de peso equivalente (Ibid, Table 2-3, p. 2-8).

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3. Como são feitos os produtos térmicos para o setor de Food Service?

Todo processo de manufatura tem consequências ambientais, assim como todos os seres vivos contribuem para a degradação do meio ambiente, ainda que de forma mínima. A verdadeira resposta para o impacto ambiental pode ser encontrada na análise comparativa com processos alternativos adequados de manufatura.

Poliestireno

Poliestireno é feito de estireno, um produto derivado do petróleo, através de um processo de reação química conhecido como polimerização. Além do uso em embalagens de alimentos, polímeros feitos de estireno também são amplamente usados hoje em dia na manufatura de partes de automóveis, componentes eletrônicos, caixas para computadores pessoais, barcos, veículos recreativos e produtos de borracha sintética. Mais informações sobre o estireno podem ser encontradas no site Styrene Information and Research Center (SIRC), www.styrene.org.

Manufatura

A Dart Container emprega dois tipos diferentes de processos de manufatura para seus produtos: 1) moldagem a vapor de poliestireno expansível (EPS); 2) extrusão de polímero seguida de termoformagem para chegar ao produto final.

Moldagem a Vapor

Os copos térmicos Dart são feitos de poliestireno expansível (EPS). O primeiro passo na manufatura de EPS é impregnar pequenos grânulos de poliestireno com agentes expansíveis, geralmente pentano. O processo de moldagem começa com uma expansão limitada de EPS ao ser colocado em contato com vapor num pré-expansor. O resultado é um “prepuff” que é o que vai formar o produto final no molde, também aquecido por vapor para que possa expandir mais e fundir no formato e densidade desejados.

Extrusão/Termoformagem

As três classes de produtos nesta segunda categoria são Impact, Poliestireno Orientado (OPS), e Isopor Extrudado.

Impact - pratos, copos para bebidas frias, potes e tampas são produzidos a partir de folhas extrudadas de poliestireno modificado para impacto, polietileno tereftalato, ou polipropileno formado em produtos finais através de um processo de termoformagem que usa calor e vácuo.

OPS – Poliestireno de Propósito Geral (GP) é extrudado numa folha que passa através de um dispositivo de orientação que estica ou “orienta” a folha para ficar mais resistente. Essa folha orientada é depois termoformada no produto final. A resistência e a transparência dos produtos OPS são muito úteis para embalar itens tais como bolos e tortas, saladas e produtos de delicatessen. Nossos clientes valorizam a transparência superior dos produtos OPS Dart.

Isopor Extrudado – A Dart produz também isopor através de um processo de injeção direta (DIF) que envolve uma expansão ou um agente de expansão adicionado ao polímero durante a extrusão. O isopor formado oferece boa resistência e isolamento térmico. A maior parte desta linha de produtos tem o branco típico do isopor expandido, mas está disponível também em algumas cores limitadas. Dentre os produtos feitos com este material estão os pratos e as bandejas com tampas articuladas.

Agentes de Expansão

Produtos de isopor de poliestireno para o setor de Food Service não são manufaturados com clorofluorcarbonos (CFCs) ou quaisquer outros químicos nocivos à camada de ozônio. Na verdade, a Dart nunca usou CFCs na manufatura de copos térmicos moldados. As indústrias de produtos de poliestireno para o setor de Food Service que empregavam CFCs nas suas operações de manufatura pararam de usá-los em 1990 (Judd H. Alexander, In Defense of Garbage [Westport, CT: Praeger Publishers, 1993] 55).

Os agentes de expansão mais usados hoje em dia são compostos orgânicos voláteis (VOCs) tais como pentano. Ao contrário dos CFCs, pentano não afeta a camada de ozônio superior, mas contribui com impurezas na camada mais baixa da atmosfera. Autoridades federais e estaduais, através de leis e regulamentos, limitam a quantidade permitida de emissões de VOC, dependendo dos problemas de qualidade de ar enfrentados por cada região. Para estarem dentro dos limites permitidos por esses regulamentos, muitas indústrias usam tecnologia de ponta para reduzir emissões de pentano (exemplo: The Polystyrene Packaging Council, Polystyrene and Its Raw Material Styrene: Manufacture and Use November 1993; Updated January 1996). Sempre que possível Dart usa esse tipo de tecnologia para capturar e destruir VOCs, e, sempre que tecnologicamente praticável, para capturar e reutilizar o pentano.

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4. E quanto às questões de deposição de lixo e aterros sanitários?

Quando comparado a outros materiais, o poliestireno representa uma pequena porcentagem tanto dos resíduos sólidos municipais quanto dos gerados e depostos. Na verdade, todos os produtos plásticos de poliestireno representam cerca de um por cento de todos os produtos gerados, por peso, nos resíduos sólidos municipais. Deste total, as embalagens de poliestireno para o setor de Food Service representam cerca de 0,4%, por peso, de todos os produtos de poliestireno gerados. Esta categoria inclui itens tais como copos, pratos, potes, bandejas, tampas, bandejas de carne, bandeja de ovos, potes para iogurte e queijo cottage, e talheres. Os produtos de poliestireno compõem menos de 1% (0,7%) dos resíduos sólidos municipais (United States Environmental Protection Agency, Municipal Solid Waste in the United States 2010 Facts and Figures, November 2011, Table 3).

Além disso, comparado ao copo de poliestireno para bebida quente de peso médio, um copo de papel revestido de plástico (PE) médio para bebida quente de peso médio produz quase três vezes mais resíduo total por peso (Franklin Associates, Ltd., Final Peer-Reviewed Report: Life Cycle Inventory of Polystyrene Foam, Bleached Paperboard, and Corrugated Paper Food Service Products (Prepared for the Polystyrene Packaging Council, March 2006), Table 2-10, p. 2-23), e um copo de papel revestido de plástico (PE) para bebidas frias de peso médio produz quase duas vezes e meia o total de resíduo por peso de um copo de poliestireno para bebidas frias de peso médio (Ibid., Table 2-11, p. 2-24).

Embora quantidades maiores de resíduo sólido municipal tenham sido recicladas e compostadas nos últimos quarenta anos, a maior parte desse resíduo gerado nos EUA ainda é deposto nos aterros sanitários.

Ao contrário da crença popular, os resíduos sólidos não são naturalmente biodegradáveis nos aterros sanitários. Os atuais aterros sanitários para resíduos sólidos municipais não são como pilhas de compostagem, onde o objetivo é enterrar lixo de maneira tal que se decomponha rapidamente. Os aterros sanitários de hoje são projetados para a biodegradação, isolando o lixo do oxigênio, luz do sol e água – elementos necessários para que ocorra a biodegradação.

Os aterros sanitários de hoje são instalações bem projetadas, sob estrita regulamentação federal e estadual, para assegurar a proteção à saúde humana e ao meio ambiente. Como a biodegradação pode levar à liberação de gás metano ou lixiviados (chorume) nocivos, que podem contaminar águas subterrâneas, é preferível que se despeje nos aterros sanitários produtos não biodegradáveis, ao invés de biodegradáveis.

Newspapers & other wastes after 10 years in landfill
Jornais e outros dejetos após 10 anos num aterro sanitário.
Pesquisa de Riley N. Kinman, PhD., Dept. of Civil & Environmental Engineering Hazardous Waste Management Program.

Para saber mais fatos sobre aterros sanitários, por favor, visite os seguintes sites:
United States Environmental Protection Agency — Landfills
How Stuff Works — How Landfills Work
Plastics Canada — Retention in Landfills

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5. E quanto ao lixo jogado na rua?

Nós todos já vimos e ouvimos os slogans. E sabemos que jogar lixo na rua é ruim. O que muitos, porém, não querem admitir é que o lixo é um problema causado pelas pessoas, e não pelos produtos em si.

O lixo jogado na rua é um lixo que foi parar no lugar errado, muitas vezes jogado pelo vento, flutuando em bueiros ou acumulado ao longo das calçadas e muros. Calcula-se que em algumas áreas metade do lixo jogado e acumulado é de pontas de cigarro. Estudos também indicam que a maior parte do lixo jogado na rua está a não mais de 5 metros de uma lata de lixo. 80% do lixo no mar tem origem em terra seca! Os restantes 20% consistem em carga perdida e rejeitos de navios cargueiros, de cruzeiros e de pesca.

Quem, o que, e o porquê se joga lixo na rua: Muitos estudos têm sido conduzidos para determinar quem joga lixo na rua, por que jogam, onde jogam e que tipo de itens é jogado. Todos reconhecem que jogar lixo na rua é ofensivo, anti-higiênico e que favorece a transmissão de doenças. Estes estudos revelaram que as pessoas geralmente jogam lixo na rua porque é fácil, elas não se sentem responsáveis pela propriedade, e geralmente pensam que alguém está sendo pago para limpar por eles. O lixo jogado na rua muitas vezes voa de veículos de passageiros ou de caminhões descobertos, ou cai das mãos de pedestres. Muitas vezes as pessoas nem mesmo consideram certos itens como sendo lixo – tais como sobras de comida e pontas de cigarro. Não há nenhuma evidência conclusiva que possa dizer que quem joga lixo na rua pertence a uma determinada categoria demográfica.

As várias pesquisas, websites e organizações dedicadas a estudar e resolver problemas relacionados a jogar lixo na rua em nenhum momento coloca a culpa nos produtos jogados fora. Condenar um produto e acabar com o seu uso simplesmente pela possibilidade de ser jogado na rua é uma abordagem irrealista do problema. Se assim fosse, os seguintes itens coletados nas ruas todos os dias não estariam mais disponíveis para os consumidores: eletrodomésticos, garrafas, peças de carros, linhas de pesca, sapatos, colchões, seringas e outros tipos de lixo hospitalar, móveis e brinquedos.

A única solução viável para o problema do lixo na rua é mudar o comportamento de quem joga lixo na rua e fazer cumprir as leis que proíbem esse comportamento. De acordo com o programa Keep America Beautiful (KAB), "Leis e regulamentos que melhoram a qualidade de vida da comunidade são ineficazes a não ser que sejam cumpridos. Fazer cumprir a lei não é uma função apenas da polícia. O cumprimento da lei se torna muito mais efetivo quando a polícia trabalha em parceria com a comunidade e os seus cidadãos, agências públicas locais e o poder judiciário.” Estabeleça um bom exemplo e não jogue lixo na rua. A Associação Canadense da Indústria de Plásticos (CPIA) tem muitos recursos disponíveis para a sua comunidade no combate ao lixo nas ruas. O website da “Keep America Beautiful”, www.kab.org, oferece um programa para ajudar as comunidades a avaliar o problema do lixo nas ruas, buscar soluções e avaliar os resultados.

CPIA Logo
www.cpia.ca/anti-litter

Keep America Beautiful
www.kab.org


Dart Container Corporation e outros fabricantes de plástico assinaram o programa voluntário de “melhores práticas” da indústria, Operation Clean Sweep (OCS). Pelotas de resina de plástico, quando não mantidas de forma adequada e contidas em terra, podem ser levadas pelos bueiros para os nossos condutos de água, e acabar chegando aos rios, lagos e oceanos. São agentes poluentes que em grande quantidade se tornam letais para a vida marinha. As práticas de OCS têm como objetivo a Perda Zero de Pelotas e o programa foi criado para ajudar os fabricantes de plástico e as transportadoras a implantar as medidas que levem a essa perda zero.

Para saber mais sobre OCS, visite:
Operation Clean Sweep

Detritos Marinhos

Por favor, visite www.marinedebrissolutions.org para aprender mais sobre o problema dos detritos marinhos, o que a indústria de plásticos está fazendo para reduzir a produção de lixo nos condutos de água, e também o que cada um de nós pode fazer. Este site é dedicado não apenas a oferecer as informações mais importantes e atualizadas disponíveis sobre as causas e as fontes de detritos marinhos, como também a encontrar soluções.

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6. Os produtos de isopor são biodegradáveis?

Man & Woman with lunch - foam products

Na teoria, a biodegradação parece ótima. Muitas pessoas compram embalagens de papel para o Food Service porque acreditam que sejam rapidamente biodegradáveis. Todos nós achamos que os problemas de lixo na rua e resíduos sólidos poderiam ser resolvidos com a biodegradação dos materiais, mas respostas a questões complexas dificilmente são simples ou fáceis. Na verdade, os engenheiros projetam os aterros sanitários atuais de forma a desencorajar a biodegradação removendo oxigênio, luz do sol e água.

 

Ironicamente, uma das características benéficas do isopor de poliestireno é que não é significativamente biodegradável. De acordo com o Dr. William L. Rathje, um arqueólogo do Projeto Lixo da Universidade do Arizona e uma autoridade em resíduos sólidos, "o fato de o plástico não ser biodegradável, normalmente citado como um de seus maiores defeitos, pode na verdade ser uma de suas maiores virtudes.” Como a biodegradação pode levar à liberação de gás metano ou lixiviados (chorume) nocivos, que podem contaminar as águas subterrâneas, é melhor que se coloquem produtos não biodegradáveis do que biodegradáveis nos aterros sanitários, muito embora o uso dos aterros sanitários deva obviamente ser a última opção para o descarte. Para mais informações, ver: Rathje, William L., "Rubbish!" The Atlantic Monthly December 1989: 103. Ver também: Rathje, William L., and Cullen Murphy, "Five Major Myths About Garbage, and Why They're Wrong," Smithsonian July 1992: 5.

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7. Produtos de isopor podem ser reciclados?

Sim. O térmico nº 6 é um termoplástico, o que significa que pode ser completamente reciclado.

A partir de um ponto de vista técnico, converter térmicos em pelotas recicladas é muito fácil. Através do uso dos compactadores amplamente disponíveis no mercado, especificamente desenhados para térmicos (densificadores), torna-se economicamente viável carregar 18143 quilos de térmicos em um container de 14,5 metros para transportar o material para um centro de reciclagem.

Como os avanços tecnológicos dos densificadores tornaram mais viáveis a reciclagem dos térmicos, algumas cidades começaram a adicioná-los aos seus programas de coleta de rua e recebê-los em pontos de coleta. Mais informações sobre os locais de reciclagem na América do Norte podem ser encontradas na pergunta 9.

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8. Onde posso reciclar meus copos e potes de isopor?

Nos Estados Unidos, clientes da Dart podem participar do programa CARE da Dart ou do programa Recycla-Pak para poderem reciclar isopor.

O primeiro programa, CARE (Cups Are REcyclable), oferece aos maiores usuários de produtos térmicos um método integrado e eficiente de reciclagem. O cliente paga uma taxa de serviço mensal e recebe um densificador para compactar produtos de isopor pós-consumo (por ex., copos, pratos, potes, vasilhas com tampa) em um cilindro para tornar mais conveniente a armazenagem e o transporte. O cilindro é depois carregado num caminhão da Dart para ser processado num local de reciclagem. Mais Detalhes.

O segundo programa, Recycla-Pak, é um programa em menor escala para o serviço de bebidas através de envio por correio. O programa permite que empresas comprem um container que serve para coletar e enviar os produtos de isopor. O preço de envio pré-pago está incluído no preço de compra do container. Os copos são então reciclados na Dart ou outro local industrial. More Details.

Comunidades estão aceitando muito mais agora do que antes containers limpos de isopor para Food Service nos seus programas de reciclagem de coleta de rua. Para uma lista das cidades da Califórnia que reciclam: www.HomeForFoam.com.

No Canadá, containers e copos de isopor podem ser e estão sendo reciclados atualmente. Na verdade, em Ontário, cerca de 90 municípios, representando mais de 50% de todas as casas da província, tem acesso às caixas azuis do programa de reciclagem (tanto na rua como em postos de coleta), que coletam copos e containers de isopor pós-consumo. Em dezembro de 2008, a Cidade de Toronto também adicionou copos e containers de isopor ao programa da Caixa Azul da cidade.

Além disso, a Dart opera atualmente pontos de coleta de isopor nº 6 em quinze fábricas na América do Norte para quem quiser reciclar produtos de isopor. Nossos equipamentos são capazes de processar mais de 5.000 toneladas de isopor por ano. More Details.

Para ver onde há pontos de coleta de isopor nº 6, ver www.earth911.com e pesquise "#6 Plastic (Polystyrene)" e "Styrofoam." Para mais oportunidades, ver www.epspackaging.org

No Brasil, a reciclagem de isopor está em plena expansão e criando oportunidades para muitos negócios, inclusive construção de casas e interiores. Ver o seguinte artigo: Isopor é novo campo de negócios da reciclagem

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